No único grupo onde não está presente um campeão do mundo, mas nem por isso menos equilibrado, os favoritismos ficavam, como diz o "entendido", para depois dos jogos.
Se a qualidade técnica dos colombianos poderia trazer-lhes alguma vantagem teórica, a velocidade nipónica por si só devia ser um alerta para os sul americanos.
Foi num desses lances onde a velocidade impera, tão típicos do Japão, que no desespero, após um erro individual, Sanchez, corta com a mão o remate que ia para golo. Falta para grande penalidade, prontamente marcada pelo árbitro da partida e confirmada pelo VAR, com consequente expulsão.
Chamado a converter Kagawa não desperdiçou a oportunidade de dar vantagem à sua selecção.
Atordoados pela entrada em jogo tão atribulada, e em inferioridade numérica, os colombianos demoraram a reerguer-se.
Aproveitando o mau momento do adversário o país do sol nascente dispôs, nesta fase, de boas oportunidades para aumentar o score.
Com uma alteração táctica, os sul americanos conseguiram, apesar de jogar apenas com 10 jogadores, algum controlo do meio campo, estagnando com menos dificuldade as investidas do opositor.
Recorrendo à experiência dos seus melhores jogadores e aproveitando os lances de bola parada a Colômbia foi intimidando o Japão que, com o passar do tempo, já não mostrava a frescura físicas para as suas saídas rápidas para o ataque.
Foi num desses momentos, num livre cobrado por Quintero, que a Colômbia viu premiado o seu esforço, conseguindo o golo do empate.
Precisando descansar do desgaste físico que a partida estava a provocar, e fazendo-o com bola, a Colômbia levou o jogo para o intervalo com o empate no resultado.
Beneficiando do tempo de descanso para efectuar pequenos ajustes no posicionamento dos seus jogadores, os nipónicos regressaram ao jogo controladores e empenhados em tirar vantagem da superioridade numérica e do cansaço que isso provocava no adversário.
Mais contidos os colombianos entregavam a posse de bola ao adversário e tentavam aproveitar qualquer perda de bola e desposiconamento do mesmo para causar perigo.
Por outro o Japão, com uma troca de bola paciente, ia conseguindo criar perigo, e foi neste registo de jogo que o Japão volta à vantagem no marcador.
De novo em desvantagem os jogadores da Colômbia tentaram mas o cansaço físico e mental de jogar em menos um jogador e em busca de um resultado positivo traiu-lhes a vontade de conseguir deste jogo algo mais.
Melhor em campo: Ospina - adiou o mais que pode a victória do Japão
Momento do jogo: min 2 - com a expulsão Colômbia condicionou o seu jogo.
Melhor em campo: Ospina - adiou o mais que pode a victória do Japão
Momento do jogo: min 2 - com a expulsão Colômbia condicionou o seu jogo.

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