22 de junho de 2018

Mundial 2018 - Jogo 11 - Grupo E - 1 Jorn - Brasil 1 - 1 Suiça



Eis que o eternos candidato, e já por 5 vezes coroado campeão, o Brasil, entrava em campo.
Após o desastre de 2014, em sua casa imitando o maracanaço de 1950, e depois de uma qualificação não muito convincente, a expectativa era enorme em todo o mundo futebolístico e em particular entre os brasileiros.
Já dos Suíços pouco mais se esperava que não serem iguais a si próprios, organizados e combativos, sem nunca deixar de procurar os três pontos. A sua entrada em campo não podia ser mais afirmativa dessa intenção. Logo no primeiro minuto puseram em sentido a baliza de Allison. 
Não querendo correr riscos os brasileiros arregaçaram as mangas e tomaram, com base na técnica individual dos seus jogadores e em rápidas movimentações na frente do ataque, as rédeas da situação e sem aviso prévio, num aproveitamento de um corte para zona proibida, através de um excelente remate de Filipe Coutinho chegam à vantagem no marcador.
Atingido o objectivo inicial os brasileiros não conseguiram manter a postura de controlo em campo, e abrandando o ritmo, colocando em campo alguma sobranceria, certos da sua capacidade técnica individual, e permitiram que a Suiça subisse no terreno e começasse a criar desconforto ao último reduto brasileiro.
Fortes na bola parada os suíços chegaram ao empate, na marcação de um canto, praticamente no reinicio da partida.
Perdida a vantagem, nada mais restava ao Brasil voltar a pegar no controlo da partida, mas a lentidão com que trocavam a bola não lhes permitiam desmontar a bem organizada defesa helvética.
O aproximar do final do encontro o cansaço físico dos suíços e o medo de perderem o tão precioso ponto, levou-os a recuarem no terreno e a cerrar fileiras em frente da sua baliza.
Mesmo não imprimindo grande velocidade na troca de bola os brasileiros iam conseguindo criar oportunidades de golo sem no entanto ter a eficácia necessária.
Com mais posse de bola os brasileiros saíram de campo com um empate castigador da sobranceria com que passaram a jogar após se terem visto em vantagem.

Melhor em campo: Behrami - não permitiu, enquanto em campo, grandes espaços a Neymar, ganhando a maior parte dos duelos

Momento do jogo: 90+5' - corte de Schär



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