Num jogo entre as equipas que mais gostam e melhor sabem ter a bola, onde os nervos e o medo de perder esteve bem patente, o brilhantismo da qualidade dos jogadores intervenientes apenas a espaços apareceu.
Quando assim é os nervos aparecem e a partida "aquece". Algumas entradas mais rispidas que um arbitro inglês, um dos melhores do mundo, habituado ao futebol "rijo" do seu campeonato, foi conseguindo gerir apesar das queixas de ambas as partes.
O tempo foi passando e a alternancia do dominio do jogo foi constante, apesar de "La Roja" ter sido, ao longo de toda a partida de hoje, mais forte e mais perigosa. Só a espaços a "laranja" conseguiu mostrar algum do seu mecanismo.
Registando-se um empate a zero, apesar das claras oportunidades de marcar, 4 para a Espanha e 2 para a Holanda, o inicio do prolongamento trouxe um jogo mais aberto, devido ao cansaço dos jogadores, principalmente os holandeses.
Já a jogar com menos um jogador, por expulsão de Heitinga, a Holanda, ao contrário do que seria de esperar e talvez mais aconselhável, veio para a frente expondo-se aos contra-ataques espanhois.
E foi num desses lances de contra-golpe, após uma suposta falta de Sergio Ramos sobre Eljia junto à área espanhola, que Andrés Iniesta se vê livre de marcação já dentro da área e dá o golpe final, colocando nuestro hermanos em vantagem. Faltavam 3 minutos para acabar o jogo.
O resultado estava feito e é isso que fica para a história: Holanda 0 - 1 Espanha


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