19 de junho de 2008

Euro 2008 - Será que errar é humano?

Se facilmente podemos aceitar que na suiça e na aústria se encontram presentes os melhores arbitros europeus do momento.

Se conseguimos, mesmo com algum esforço, aceitar alguns erros de arbitragem, com base na explicação "os arbitos não têm as repetições.... a decisão tem que ser tomada no momento" é no entanto complicado compreender como é que um organismo supostamente isento, consegue decisões tão diferentes sobre casos iguais e depois de ter acesso a tudo e mais alguma coisa assim como tempo, para melhor poder decidir.

Como é que poderá a uefa justificar a diferença de castigo dado para casos iguais? Bastien Scheweinsteiger foi, quanto a mim em exagero, expulso, com vermelho directo, por ter empurrado um jogador adversário. Desde que me lembro de acompanhar estes eventos futebolísticos que assisto a castigos de 2 jogos (no mínimo) para situações punidas com vermelho directo. Ora de forma surpreendente, ou talvez não, a uefa decidiu punir o referido jogador com apenas 1 jogo de castigo!

"Entendeu que a situação foi exageradamente punida" dirão uns; "Talvez tenham mudado os regulamentos" pensarão outros... Qualquer uma das situações é plausível sem dúvida.

A questão surge quando Volkan Demireli comete o mesmo erro, empurra o seu adversário, e vê também o vermelho directo. "Vai ter um jogo de castigo"; "A situação é igual à do outro jogador".... Espantem-se .... A uefa presenteou-o com 2 (dois) jogos de castigo.... Onde estará a diferença?... Um é alemão (o 1º) o outro é turco....

Será que este "erro" é humano?

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