Grupo A -
Já com tudo decidido quanto à qualificação Portugal entrou em campo com a chamada "2ª equipa" contra uma Suíça com vontade de fazer história e se despedir dos seus adeptos com uma vitória. O resultado no final da partida apenas demonstrou que para se ganhar um jogo é necessário o contributo de todos (tal como fizeram os suíços) e que apesar de ser um conjunto de bons jogadores, os que entraram em campo por Portugal dificilmente formarão uma equipa enquanto pensarem primeiro neles próprios e só depois na equipa.
Seria "engraçado" se este jogo tivesse ficado empatado, seria necessário recorrer ao desempate por marcação de penalties, mas desde o inicio do jogo se viu que dificilmente tal iria suceder. Uma Rep. Checa com vontade de ganhar o jogo, mas que cometeu o erro de "descansar" sobre a vantagem conseguida, desprezando a força do "querer da Turquia". Se a este facto somarmos o azar de um dos melhores guarda-redes do mundo, conseguimos encontrar explicação para a fantástica reviravolta do marcador. Os jogos são para ser jogados intensamente até ao fim, deve ter sido a grande lição que a Rep Checa aprendeu, pois a derrota ditou-lhe o afastamento quando o tinha na mão.
1º Portugal - 6 pts ; 2º Turquia - 6 pts; 3º Suiça - 3 pts; 4º Rep Checa - 3 pts
Grupo B -
Uma Croácia também a descansar os titulares demonstrou, perante uma Polónia ainda com aspirações, que os 23 jogadores convocados formam verdadeiramente uma equipa e que o seu apuramento para esta fase final à frente da Inglaterra não foi obra do acaso, ao contrário do seu adversário que nunca conseguiu demonstrar o porquê de se ter qualificado à frente da selecção vice-campeã em 2004. O cansaço dos jogadores não consegue justificar tanta falta de imaginação. É que jogar em ataque continuado é bem mais complicado que o estilo de contra ataque típico desta equipa.
A fortíssima Alemanha viu-se, inesperadamente, a necessitar de pontuar no último jogo, frente a uma Aústria que, apesar de tecnicamente ser a selecção mais fraca, é em força de vontade a grande campeã. A sobranceria alemã podia, e deveria, ter-lhe causado grandes dissabores. Valeu-lhe a capacidade técnica do seu grande centro-campista (Michael Ballak).
1ºCroácia - 9 pts; 2º - Alemanha - 6 pts; 3º Aústria - 1 pto; 4º - Polónia - 1pto
Grupo C-
Já com o apuramento garantido, também a Holanda fez descansar os "titulares" mas nada de diferente se viu... Uma Roménia que precisava de ganhar para se apurar mostrou a incapacidade ofensiva assim como uma instabilidade defensiva apenas justificada perante a qualidade de ataque da Holanda. Um jogo de futebol é bem mais que Adrien Mutu + 10....
A reedição da final do campeonato de 2006, Itália-França, foi uma vez mais adulterada pela expulsão de um jogador francês. Este facto alterou, ou não nunca se saberá, os factos, ainda para mais que teve como consequência directa o 1º golo italiano. Inexplicavelmente a selecção transalpina limitou-se a defender o resultado correndo riscos desnecessários que apenas não foram maiores em virtude da "velhice" da selecção francesa. É que se por vezes a idade (experiência) é uma vantagem, quando as forças são bastante equiparadas, é de certo uma desvantagem. Agora é caso para dizer.... Cuidado que parece que a Itália ainda não "morreu"!!
1º Holanda - 9 pts; 2º Itália - 4 pts; 3º Roménia - 2 pts; 4º França - 1pto
Grupo D -
Uma Espanha de reserva foi mais que suficiente para que a campeã em título, Grécia, voltasse para casa com 0pts, sendo desta forma duramente castigada pela sua postura em campo. O anti-jogo nem sempre compensa. Mais uma vez a selecção espanhola demonstrou que é preciso contar com ela para a decisão final deste campeonato.
Uma Rússia que parece ter renascido das cinzas, e aparentemente a "meio-gás" foi mais que suficiente para levar de vencida uma Suécia sem ideias e a viver dos rasgos do lesionado Ibrahimovic. Parabéns à Rússia pelo seu inédito apuramento para a fase seguinte.
1º Espanha - 9pts; 2º Rússia - 6pts; 3º Suécia - 3pts; 4º Grécia - 0pts
Já com tudo decidido quanto à qualificação Portugal entrou em campo com a chamada "2ª equipa" contra uma Suíça com vontade de fazer história e se despedir dos seus adeptos com uma vitória. O resultado no final da partida apenas demonstrou que para se ganhar um jogo é necessário o contributo de todos (tal como fizeram os suíços) e que apesar de ser um conjunto de bons jogadores, os que entraram em campo por Portugal dificilmente formarão uma equipa enquanto pensarem primeiro neles próprios e só depois na equipa.
Seria "engraçado" se este jogo tivesse ficado empatado, seria necessário recorrer ao desempate por marcação de penalties, mas desde o inicio do jogo se viu que dificilmente tal iria suceder. Uma Rep. Checa com vontade de ganhar o jogo, mas que cometeu o erro de "descansar" sobre a vantagem conseguida, desprezando a força do "querer da Turquia". Se a este facto somarmos o azar de um dos melhores guarda-redes do mundo, conseguimos encontrar explicação para a fantástica reviravolta do marcador. Os jogos são para ser jogados intensamente até ao fim, deve ter sido a grande lição que a Rep Checa aprendeu, pois a derrota ditou-lhe o afastamento quando o tinha na mão.
1º Portugal - 6 pts ; 2º Turquia - 6 pts; 3º Suiça - 3 pts; 4º Rep Checa - 3 pts
Grupo B -
Uma Croácia também a descansar os titulares demonstrou, perante uma Polónia ainda com aspirações, que os 23 jogadores convocados formam verdadeiramente uma equipa e que o seu apuramento para esta fase final à frente da Inglaterra não foi obra do acaso, ao contrário do seu adversário que nunca conseguiu demonstrar o porquê de se ter qualificado à frente da selecção vice-campeã em 2004. O cansaço dos jogadores não consegue justificar tanta falta de imaginação. É que jogar em ataque continuado é bem mais complicado que o estilo de contra ataque típico desta equipa.
A fortíssima Alemanha viu-se, inesperadamente, a necessitar de pontuar no último jogo, frente a uma Aústria que, apesar de tecnicamente ser a selecção mais fraca, é em força de vontade a grande campeã. A sobranceria alemã podia, e deveria, ter-lhe causado grandes dissabores. Valeu-lhe a capacidade técnica do seu grande centro-campista (Michael Ballak).
1ºCroácia - 9 pts; 2º - Alemanha - 6 pts; 3º Aústria - 1 pto; 4º - Polónia - 1pto
Grupo C-
Já com o apuramento garantido, também a Holanda fez descansar os "titulares" mas nada de diferente se viu... Uma Roménia que precisava de ganhar para se apurar mostrou a incapacidade ofensiva assim como uma instabilidade defensiva apenas justificada perante a qualidade de ataque da Holanda. Um jogo de futebol é bem mais que Adrien Mutu + 10....
A reedição da final do campeonato de 2006, Itália-França, foi uma vez mais adulterada pela expulsão de um jogador francês. Este facto alterou, ou não nunca se saberá, os factos, ainda para mais que teve como consequência directa o 1º golo italiano. Inexplicavelmente a selecção transalpina limitou-se a defender o resultado correndo riscos desnecessários que apenas não foram maiores em virtude da "velhice" da selecção francesa. É que se por vezes a idade (experiência) é uma vantagem, quando as forças são bastante equiparadas, é de certo uma desvantagem. Agora é caso para dizer.... Cuidado que parece que a Itália ainda não "morreu"!!
1º Holanda - 9 pts; 2º Itália - 4 pts; 3º Roménia - 2 pts; 4º França - 1pto
Grupo D -
Uma Espanha de reserva foi mais que suficiente para que a campeã em título, Grécia, voltasse para casa com 0pts, sendo desta forma duramente castigada pela sua postura em campo. O anti-jogo nem sempre compensa. Mais uma vez a selecção espanhola demonstrou que é preciso contar com ela para a decisão final deste campeonato.
Uma Rússia que parece ter renascido das cinzas, e aparentemente a "meio-gás" foi mais que suficiente para levar de vencida uma Suécia sem ideias e a viver dos rasgos do lesionado Ibrahimovic. Parabéns à Rússia pelo seu inédito apuramento para a fase seguinte.
1º Espanha - 9pts; 2º Rússia - 6pts; 3º Suécia - 3pts; 4º Grécia - 0pts
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